Nunca me perguntei porque lia. Sempre foi uma coisa natural para mim, como dançar. nunca me interoguei verdadeiramente porque é que dançava. Fazia parte de mim, desde pequena, e por mais curiosa e "perguntadeira" que fosse-e era bastante - estas duas coisas nunca fizeram parte do meu rol de perguntas. Ler, ou, primeiro, lerem-me e depois, sim, eu ler era ser eu, agora, tenho momentos em que leio pouco pelas circusntâncias da vida, ou melhor, não leio tanto por lazer quanto gostaria... e dançar... bem dançar era ser o meu eu mais eu. E depois de uns anos longe, voltei a encontrar esse meu eu, porque voltei a dançar.
Mas este não é um post sobre a dança. é sobre ler... o inquestionável. Mas hoje, há uns dias, peguei num livro, e sei que foi por uma razão específica, ou razões. Já tinha lido o livro hà muito tempo, e precisei de pegar nele, por saudades e boas lembranças, como se o livro me acalmasse as saudades profundas e me levasse de volta para aqueles bons momentos. E por isso, desta vez interroguei-me porque lia. Pela primeira vez. Pela primeira vez, conscientemnte, peguei em prosa na esperança de que aquela história e aquela palavras me trouxessem uma ponta de alegria, como tantos outros que li outrora, mas este em particular, que me faz regressar a um dia, a um momento, a uma hora, a um local.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Rotina
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Eu não sei ler só um livro...
E por isso, entre vários, hoje decidi reler uma leitura da minha adolescência, que me foi dada pela minha mãe e sua paixão pelo livro... "As memórias de Adriano"... junto-o a msi três ou quatro, uns dados por amigos, outros pela leitora voraz que é a minha mãe...
terça-feira, 31 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
O 2009 ganhou o seu ritmo e eu, por mais disciplinada que seja, deixo que o dia-a-dia me retire os meus momentos de "compasso de espera", os meus momentos de respiração. O mais de mês e meio que separa este momento de escrita do anterior testemunharam mudanças inesperadas, não planeadas. E ainda as vivo com pouca tranquilidade. Mas, dizem-me, é normal.
Foram semanas intensas e onde o precioso foram os amigos que me mantiveram crente em mim mesma. Porque o desafio era.. e.. grande e há sempre um momento de auto-questionamento que nem sempre nos leva a ver as coisas tal como elas são.
E no encontro, houve o desencontro. E mais uma vez, os amigos, mesmo que nem sempre o sabendo, deram o necessário abraço e mimo. Porque os desencontros.. bem são desencontros e por vezes tristes.
Escrevo muito sobre os amigos, porque são, para mim, fundamentais na vida, vida essa que, como diz Vinicius de Moraes, " é a arte do encontro apesar de haver tanto desencontro na Vida"
Foram semanas intensas e onde o precioso foram os amigos que me mantiveram crente em mim mesma. Porque o desafio era.. e.. grande e há sempre um momento de auto-questionamento que nem sempre nos leva a ver as coisas tal como elas são.
E no encontro, houve o desencontro. E mais uma vez, os amigos, mesmo que nem sempre o sabendo, deram o necessário abraço e mimo. Porque os desencontros.. bem são desencontros e por vezes tristes.
Escrevo muito sobre os amigos, porque são, para mim, fundamentais na vida, vida essa que, como diz Vinicius de Moraes, " é a arte do encontro apesar de haver tanto desencontro na Vida"
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