Ha ja algum tempo que nao escrevo, nao tanto por nao querer, mas por falta de tempo. Hoje, num computador que nao tem possibilidade fazer acentuacao em portugues, numa cidade que comeco a conhecer melhor, e tem dias em que gosto muito, outras em que nao a compreendo e sinto vontade de regressar a lisboa bela e quente (demasiado para novembro, e certo, mas agradavel), aqui estou, a matar saudades da blogosfera.
E saudades dos amigos que nao tenho conseguido ver. Confesso que nao tenho nada de especial para contar. E estou com aquela terrivel sensacao que temos em frente de uma pagina branca. E assim fica um estranho post
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
e na senda do post anterior
Que as coisas nem sempre são o que parecem. Assim o é, e por isso, mesmo à distãncia, vou estando preocupada.
Ceci n’est pas une pipe
É a famosa frase que acompanha um não menos famoso quadro de Magritte. Para mim a declaração de que há que olhar para as coisas (e pessoas também)nem sempre observando o óbvio. Ou nem sempre vendo, lendo e escutando nelas exactamente o que estão a fazer e a dizer. O ser humano, sobretudo, é bem mais complexo do que as primeiras, as segundas impressões. Aliás, às vezes, passam-se anos e permanece pertinente a frase "Ceci n’est pas une pipe". E isso Às vezes provoca confusões que preferíamos evitar.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Palavras interditas
por isso, recorro a um poeta favorito, Eugénio de Andrade ("Sem ti"):
"E de súbito desaba o silêncio
É um silêncio sem ti,
sem álamos,
sem luas"
(...)
"E de súbito desaba o silêncio
É um silêncio sem ti,
sem álamos,
sem luas"
(...)
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Dos sentidos
São cinco, mas hoje vou escrever sobre um: o olfacto. Porquê o olfacto? porque hoje durante o dia fui transportada pelo mesmo para vários locais e tempos, reencontrei-me com pessoas. É curioso, a FNAC lembra-me um amigo, o banco lembra-me o meu pai, porque me relembra o atlier dele, quando ainda não havia comoutadores e autocad, havia papel vegetale uns marcadores em metal. As bibliotecas fazem-me sentir saudades do meu avô, pelas horas que passava a ler uns livros do Círculo de Leitores, comigo sentada ao lado, fascinada com as capas (normalmente policiais... isso já explica talvez o meu fascínio por criminologia), livros que depois arrumava, com organização quase espartana, no sótão, onde eu adorava ir com ele. Os nossos cinco sentidos permitem o nosso relacionamento com o que nos rodeia, mas também com o que já não nos rodeia, já é parte da nossa memória; ou não nos rodeia naquele dado momento. Bem os haja!
terça-feira, 28 de agosto de 2007
o fim das férias
A silly season está a terminar, as festas de final de estação (a branca, a azul, a vermelha, e todas as outras que se inventaram) já tiveram lugar ou estão quase a ter. Afinal 31 de Agosto é já sexta feira.
É, portanto, hora de regressar aos respectivos postos de trabalho, e por favor não já a suspirar pelas próximas férias, porque essas só para o ano. No caso,nem tanto, Dezembro, cá vou...
É, portanto, hora de regressar aos respectivos postos de trabalho, e por favor não já a suspirar pelas próximas férias, porque essas só para o ano. No caso,nem tanto, Dezembro, cá vou...
sábado, 25 de agosto de 2007
regresso ao que é simlpes mas não é fácil
a frase que tanto me tem acompanhado ultimamente, não é minha, ouvi-a num filme de que gostei muito, que me tocou realmente. E, talvez por isso, ficou comigo, como tantas outras, de tantos outros filmes, livros, músicas...
Ultimamente, está mais presente, porque preciso de fazer uma coisa que é simples, mas não fácil. E por mais voltas que lhes dê, por mais tempo, racionalidade, afastamento ou proximidade da cidade, permaneço sem conseguir dar o passo final, o tal que não é fácil. E não o será durante algum tempo. Será um acto continuado e prolongado.
Ultimamente, está mais presente, porque preciso de fazer uma coisa que é simples, mas não fácil. E por mais voltas que lhes dê, por mais tempo, racionalidade, afastamento ou proximidade da cidade, permaneço sem conseguir dar o passo final, o tal que não é fácil. E não o será durante algum tempo. Será um acto continuado e prolongado.
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