quarta-feira, 30 de março de 2011

Pergunto

Não haverá forma mais racional de organizar os serviços?

Quanto às minhas restantes sugestões para um funcionamento do Consulado mais próximo do cidadão, deixo para outro dia, em que a minha irritação não esteja tão pulsante, o que pode levar a afirmações injustas.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Limbo

Estado de indefinição ou incerteza.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Começou o Grande Prémio

O "evento" da terra, o Grande Prémio, começou. Acordei com o barulho dos motores (apesar de não "estar" no circuito, trabalhei com o mesmo som, apesar dos phones que a meio do dia sentir a absoluta necessidade de colocar nos ouvidos.... 

domingo, 7 de novembro de 2010

Continuando nas imagens... mas agora uma curiosidade

Confesso... não resisti: " his and hers"

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ruinas



as ruinas de S.Paulo são uma das imagens de marca de Macau... aqui ficam algumas imagens

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Do tempo e da comida

Duas coisas que, sem querermos, ou melhor, sem termos consciência, são fundamentais no quotidiano são o tempo e a comida.
Nas minhas primeiras experiências a viver fora são lhes dei grande importância. Depois aprendi que não devemos desprezar a influência que têm na nossa vida.
Assim, comecemos pela comida. Macau tem a vantagem de ser fácil encontrar todo o tipo de comida, de todo o mundo; em termos de restaurantes I mean, porque em termos de supermercado, é outra história (sem que, pese embora algumas dificuldades em encontrar alguns produtos,  me possa queixar). Mas, adiante. Não adoptei ainda o hábito de ir almoçar a casa, pelo que a hora de almoço tem sido para explorar as "casas de comida" nas redondezas. E, confesso, cansada dos locais do costume dos conterrâneos lusos, encontrei o paraíso na Casa dos Macaenses, onde posso comer comida macaense (ora bem!). As pessoas são simpáticas, a comida é óptima e não é caro... acho que encontrei a minha cantina:-)))
Hoje, vou experimentar uma lojinha de dim sum aqui ao lado... hnam hnam...

quanto ao tempo, começou o Outono. E se tradicionalmente, é estação da qual não morro de amores, aqui, e em dias como o de hoje, em que o céu está limpo e o sol brilha, agradeço a descida de temperatura e, sobretudo, da percentagem da humidade. Só tenho pena que, comme il faut, o sol se ponha mais cedo...

domingo, 17 de outubro de 2010

O poder de uma moldura

Se não fosse por mais nada, tenho amigos e familiares que não me permitem senão reconhecer a importância que os objectos - por mais ou menos materialistas que sejamos - têm na nossa vida. Estão em todo o lado, de uma e de outra forma, com maior ou menor beleza, com "Désign"(como diria uma amiga minha a brincar) de melhor ou menor qualidade.
Mas não é sobre Design (nem teria tal ousadia) que me leva a escrever este Post, mas sim o sentimento de conforto (ou melhor, reconforto) que um determinado objecto nos pode dar.
Continuo (ainda, e pelos vistos por mais algum tempo) sem casa própria, ainda que carinhosamente recebida (e muito bem recebida) por amigos. Mas, como já escrevi em outros momentos, o espaço (o meu espaço) é algo que me é (junto ao advérbio, estupidamente) importante e necessário e que, julgo, me está a tornar tão insuportáveis (sim, é mesmo essa a caracterização) as saudades de casa. É a cereja em cima do bolo.
Este fim de semana, decidi que tinha de por o mau humor e a tristeza que andava latente em ordem, que as saudades fazem parte do processo, assim como os momentos de menor facilidade e que não podia, de maneira, nenhuma, deixar-me arrastar por isso. Assim, peguei em mim mesma e fui fazer o que estava sob o meu controlo (já que a casa e mais um par de coisas, não estão): fui comprar molduras para colocar as fotografias que trouxe de Lisboa, umas em formato digital, para imprimir, outras já impressas (até porque são antigas). Esse simples acto trouxe-me conforto. Três simples modulras pretas, onde coloquei carinhosamente imagens que me são familiares, trouxeram-me, assim, algum sentimento de "casa".