quarta-feira, 8 de abril de 2009

Talvez um dia

e isso chama-se esperança...

domingo, 5 de abril de 2009

Rotina


Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.


Eugénio de Andrade

(a fotografia da minha autoria)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Eu não sei ler só um livro...

E por isso, entre vários, hoje decidi reler uma leitura da minha adolescência, que me foi dada pela minha mãe e sua paixão pelo livro... "As memórias de Adriano"... junto-o a msi três ou quatro, uns dados por amigos, outros pela leitora voraz que é a minha mãe...

terça-feira, 31 de março de 2009

Mais um adeus
Outra separação
(...)
E de repente
Uma vontade de chorar

"Mais um adeus", letra de Vinicius de Moraes

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O 2009 ganhou o seu ritmo e eu, por mais disciplinada que seja, deixo que o dia-a-dia me retire os meus momentos de "compasso de espera", os meus momentos de respiração. O mais de mês e meio que separa este momento de escrita do anterior testemunharam mudanças inesperadas, não planeadas. E ainda as vivo com pouca tranquilidade. Mas, dizem-me, é normal.

Foram semanas intensas e onde o precioso foram os amigos que me mantiveram crente em mim mesma. Porque o desafio era.. e.. grande e há sempre um momento de auto-questionamento que nem sempre nos leva a ver as coisas tal como elas são.

E no encontro, houve o desencontro. E mais uma vez, os amigos, mesmo que nem sempre o sabendo, deram o necessário abraço e mimo. Porque os desencontros.. bem são desencontros e por vezes tristes.

Escrevo muito sobre os amigos, porque são, para mim, fundamentais na vida, vida essa que, como diz Vinicius de Moraes, " é a arte do encontro apesar de haver tanto desencontro na Vida"

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Pedido em atraso

Bem sei que o Natal já passou, assim como o dia dos Reis e que, como tal, o meu pedido vai com atraso... mas tenho a esperança que as altas autoridades "presentais" (Pai Natal, menino Jesus) ainda me ouçam ou que pelo menos, confiando no facto de eu ter andado a ser uma menina bonita, me tragam o presente por crédito de anos passados. E o meu pedido é simples, paciência. Preciso de paciência. E, como sabem as altas autoridades, os amigos e a família, é uma característica que me falta. E se alturas há em que posso viver mais ou menos sem ela, outras há, como a presente, em que toda a paciência é bem vinda, sob pena de disparate. E, convehamos, começar o ano com disparates é um mau começo.
Por isso, aqui fica o meu pedido: paciência, muita paciência!