segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Ordem... ou mando evacuar a sala!!!
Esta é daquelas características frases dos filmes norte americanos que se passam numa sala de Tribunal. São sempre momentos de alguma (relativa, conforme os casos)tensão filmatográfica.
Pois, não estando eu numa sala de audiência (nem juiza), vocifero em voz determinada, "Ordem!". Há que pôr ordem na confusão dos últimos meses... e, desta feita, tenho necessariamente evacuar alguns elementos do meu quotidiano.
Confesso, os últimos meses, passo a vida entre aviões, tenho sempre três malas em diferentes fases: uma por desfazer, uma feita e uma a ser preparada. Saltito entre cidades, quase sempre as mesmas: a minha amada Lisboa e a minha quase amiga Bruxelas. Às vezes, já nem sei onde realmente vivo, se na primeira e na segunda. Não me queixo, adoro o que estou a fazer e esse é um privilégio que agradeço profundamente.
Mas no meio de tudo isto, há coisas que se vão desfazendo, dúvidas que aparecem, assuntos que precisam de ser arrumados - mais uma vez, ORDEM!. Costumo usar os aviões e as horas no aeroporto para isso: arrumar o que vai ficando solto entre viagens. Às vezes, consigo, outras, não. Às vezes, tenho é de aproveitar as horas no ar para trabalhar ou para por as horas de sono em dia.
Foi o que aconteceu na minha mais recente viagem, quando estava particularmente precisada de por ordem em várias coisas.
Chego a Lisboa, cansada e com a distinta certeza que, desta vez, a ordem tem de ser posta em terra.
Pelo que, e depois de ter ouvido cuidadosamente amigos, e depois de ter posto os meus "dancing shoes" e libertado todas as energias acumuladas numa simpática noite "a la lisboa", daquelas que só mesmo na cidade banhada pelo Tejo. Acordei serena. E, o itinerário para a repor a ordem está delineado. Ufff... agora é arregaçar as mangas, e, com coragem, citando alguém que me é querido, "seguir em frente" e resolver a desordem e confusão que se instalou.
Pois, não estando eu numa sala de audiência (nem juiza), vocifero em voz determinada, "Ordem!". Há que pôr ordem na confusão dos últimos meses... e, desta feita, tenho necessariamente evacuar alguns elementos do meu quotidiano.
Confesso, os últimos meses, passo a vida entre aviões, tenho sempre três malas em diferentes fases: uma por desfazer, uma feita e uma a ser preparada. Saltito entre cidades, quase sempre as mesmas: a minha amada Lisboa e a minha quase amiga Bruxelas. Às vezes, já nem sei onde realmente vivo, se na primeira e na segunda. Não me queixo, adoro o que estou a fazer e esse é um privilégio que agradeço profundamente.
Mas no meio de tudo isto, há coisas que se vão desfazendo, dúvidas que aparecem, assuntos que precisam de ser arrumados - mais uma vez, ORDEM!. Costumo usar os aviões e as horas no aeroporto para isso: arrumar o que vai ficando solto entre viagens. Às vezes, consigo, outras, não. Às vezes, tenho é de aproveitar as horas no ar para trabalhar ou para por as horas de sono em dia.
Foi o que aconteceu na minha mais recente viagem, quando estava particularmente precisada de por ordem em várias coisas.
Chego a Lisboa, cansada e com a distinta certeza que, desta vez, a ordem tem de ser posta em terra.
Pelo que, e depois de ter ouvido cuidadosamente amigos, e depois de ter posto os meus "dancing shoes" e libertado todas as energias acumuladas numa simpática noite "a la lisboa", daquelas que só mesmo na cidade banhada pelo Tejo. Acordei serena. E, o itinerário para a repor a ordem está delineado. Ufff... agora é arregaçar as mangas, e, com coragem, citando alguém que me é querido, "seguir em frente" e resolver a desordem e confusão que se instalou.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Distância... construções racionais...e, a contragosto, realidade
Distância, medida em milímetros, centímetros, metros, quilómetros. É, às vezes, uma forma conhecida de gerir chatices e evitar asneiras.
O problema é quando a distância, falsamente colocada, uma construção racional - sim essa, ou essas, que construimos para que o emocional não impere - é desfeita em segundos. Faz pouco mais de uma semana. Maldito telefone. Senti o sangue fugir-me da cara. As pernas fraquejarem. E senti um genuíno pavor, como desde há muito não sentia. Quase não ouvi o que a voz desconhecida me estava a dizer. São aqueles telefonemas que se temem. Mas não foi. Pareceu ser, mas não foi. Confirmei depois. Ficou, no entanto, a sensação amarga de que o tempo não havia passado e que a distância tinha sido inútil. Porque temi o que aquela voz desconhecida me ia dizer.
O problema é quando a distância, falsamente colocada, uma construção racional - sim essa, ou essas, que construimos para que o emocional não impere - é desfeita em segundos. Faz pouco mais de uma semana. Maldito telefone. Senti o sangue fugir-me da cara. As pernas fraquejarem. E senti um genuíno pavor, como desde há muito não sentia. Quase não ouvi o que a voz desconhecida me estava a dizer. São aqueles telefonemas que se temem. Mas não foi. Pareceu ser, mas não foi. Confirmei depois. Ficou, no entanto, a sensação amarga de que o tempo não havia passado e que a distância tinha sido inútil. Porque temi o que aquela voz desconhecida me ia dizer.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Shall we dance?
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
As contradições das relações modernas
Em blogue de amiga (vide Histórias de Prainha), vinha a descrição da seguinte conversa em capital europeia:
"Sorry, girl! For the past 20 minutes you kept on telling me that you don't want a relationship and you don't want to be with someone just for fun! You think a relationship means a serious commitment with a wedding and children on the way and you are too scared. You want something in between, cool, relaxed, no pressure, but I'm not sure if that exists, because the moment the guy will tell you he has plans or he'll see someone else you won't be cool about it.
But I know what are you looking for: You want someone that waits for you at home, cares about you, when you are sick has something to say, someone that organises a cinema for you, makes you coffee / tea or even bring you breakfast in bed? (Ela acenava que sim, as barreiras tinham caido, no fundo tinha razao...)Things as simple as that, just someone to be there for you... Well if this is not a relationship for you, then... you should find a butler!!!"
episódios da vida moderna... não a de Chaplin, bem está de ver...
O desligar
Há momentos, podem ser fracções de segundo, em que desligamos. O nosso corpo ou a nossa mente, ou bem pode ser o nosso corpo e a nossa mente dizem basta. E não há nada que possamos fazer. De repente, estamos em queda livre para parte incerta, libertamo-nos de tudo e de nada, pensamos no nada e no tudo. Saída desses momentos, fico sempre algo confusa. Levo uns segundos a voltar ao mundo. E depois, às vezes, há os "baldes de água fria". Mas valia a queda livre, penso. Sempre faltava a linha lógico-racional que nos lembra o que "deve ser", não o que foi, o que é ou o que gostaríamos que fosse. Sempre são momentos em que o sonho é genuíno e credível. E, às vezes, sabe tão bem sonhar...
domingo, 25 de novembro de 2007
post factum
E, assim, serenamente, depois de sonhos e pesadelos, de esperança e desilusão, sem o saber e sem o verbalizar disse adeus. Disse-te adeus.
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